Plano Nacional de Educação e qualidade de ensino: considerações sobre a autoeficácia dos agentes escolares

Miguel Henrique Russo, Roberta Gurgel Azzi

Resumo


Reflexão motivada pela aprovação do Plano Nacional de Educação e pela expectativa que ele traz como instrumento legal e metodológico para a melhoria da educação nacional. O objetivo foi questionar se o PNE contem os elementos que conduzem à melhoria da educação e se o faz em termos que independem dos executores para definir suas ações. São apresentadas e discutidas as metas e as estratégias do PNE que têm a melhoria do ensino como objeto. Em face da generalidade e do foco daquelas, concluímos que serão necessárias novas leituras sobre elas nos planos estaduais e municipais. Focalizamos a discussão na questão da saúde dos docentes, que aparece na estratégia 7.31, e sobre seu enfrentamento com o auxilio do constructo de autoeficácia. 


Palavras-chave


PNE; ensino; autoeficácia.

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DOI: https://doi.org/10.5585/eccos.n39.5547

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