Flexibilidade e força muscular: comparações entre trabalhadores da construção civil, indivíduos sedentários e praticantes de musculação.

Gustavo de Mello Rodrigues, Fabio Sisconeto de Freitas, Lidiana Simões Marques Rocha, Dernival Bertoncello

Resumo


Introdução: Tem-se a ideia de que, quanto mais força, menor é a flexibilidade articular. Objetivos: Verificar a flexibilidade e força muscular entre indivíduos praticantes e não-praticantes de musculação. Métodos:   Participaram do estudo 120 voluntários adultos, idade entre 18 anos e 46 anos, divididos em 4 grupos: Sedentários (S); Praticantes de musculação (M); Trabalhadores não praticantes de exercícios resistidos (T); Trabalhadores praticantes de exercícios resistidos (TM). Testes de flexibilidade e força muscular foram utilizados para correlacionar os resultados. Resultados: Os grupos M e TM continham quantidade significativa em meses de prática de musculação, além de flexibilidade predominante de peitoral maior. A força dos isquiotibiais foi predominante no grupo TM também. Quanto à flexibilidade do músculo quadríceps apenas o grupo TM apresentou correlação negativa alta com a força muscular. Conclusão: Não se pode afirmar que mesmo que a flexibilidade estabeleça vantagem mecânica sobre um movimento, ela esteja diretamente relacionada à força muscular.


Palavras-chave


Força muscular; Treinamento de resistência; Exercícios de alongamento muscular.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v17n2.8071

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