Modernismo brasileiro: muito além da Semana de Arte Moderna de 1922

José Lúcio da Silva Menezes

Resumo


Este artigo tem por objetivo discutir a hegemonia paulistana como marco emblemático da Semana de Arte Moderna de 1922 que a consagrou, ao longo do século XX, como o grande referencial de renovação das artes e do pensamento brasileiro. Propõe também a discutição das fronteiras territoriais da produção do Modernismo a partir da interpretação de autores, sobretudo cariocas, que se colocaram como críticos da hegemonia dos intelectuais paulistas da Semana de 1922

Palavras-chave


Historiografia. Modernismo. Modernização. Semana de Arte Moderna de 1922.

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.N16.3978

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