Uma leitura de O vampiro de Curitiba, de Dalton Trevisan, à luz do pós-moderno

Edner Morelli

Resumo


Neste artigo, tem-se por objetivo expor, brevemente, o panorama histórico-social-artístico que envolveu o pós-modernismo. Para isso, o autor apresenta uma leitura de o O vampiro de Curitiba, conto de Dalton Trevisan, que prioriza algumas características do pós-modernismo: a obsessão do protagonista pelo prazer de contemplar o objeto-mulher como marca de consumo e a fragmentação da linguagem, desafiando as estruturas clássicas do gênero e a atmosfera paródica que circunda o texto em questão.

Palavras-chave


Arte. Fragmentação. Literatura. Paródia. Pós-modernismo.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.v6i0.1105

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais



Dialogia

e-ISSN: 1983-9294
ISSN: 1677-1303
www.revistadialogia.org.br

Dialogia ©2022 Todos os direitos reservados.

Esta obra está licenciada com uma Licença 
Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional