Sob(re) o tênue fio: filosofia e literatura

Glauco Corrêa da Cruz Bacic Fratric, Paulo Roberto Pedrozo Rocha

Resumo


A proximidade entre filosofia e literatura não é nova no pensamento europeu. Embora, à moda de Lukács, possam ser citados romances com “cunho filosófico”, numa espécie de despertar do sono “kantiano” da ingenuidade (Lukács, p.71) – “O romance é a forma da virilidade madura, em contraposição à puerilidade normativa da epopéia” – foi no século XVIII que presenciou, sobretudo na França, a aparição dos mais significativos romances filosóficos.

Palavras-chave


Filosofia. Kantiano. Literatura. Lukács. Romance.

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.v8i1.1527

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